segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Como a câmera identifica a luz

A descrição no dicionário para fotografia é: Ciência e arte de obter imagens duradouras pela ação da luz.
 A etimologia da palavra de origem grega "fotografia", Phos (luz), grafis (desenhar/escrever), já destaca a importância da luz neste processo.

A maneira que a luz atua sobre um corpo, sobre um objeto em particular, dependerá das propriedades físicas que apresente cada fonte de luz. As características de cada luz definirão a maneira que as superfície serão afetadas por específicas fontes de luz.
Existem as luzes "duras" que criam sombras fortes, acentuam as texturas e que são fáceis de se controlar. Há também as luzes "suaves", que criam sombras mais brandas e difíceis de serem controladas.

Qualidade da cor: Define a cor representada desde uma fonte de luz em particular. Esta propriedade é conhecida como "temperatura da luz". É derivada das cores emitidas quando "esquentamos" um objeto por meio de uma escala de temperaturas. A temperatura e qualidade de uma cor é medida na escala Kelvin.
Fontes: A luz de uma vela por exemplo, é de 1200k, uma lâmpada pequena incandescente é de 2700K, um amanhecer é de 3200K e a luz de um flash é de 5600K, valores pré determinados por convenção. Nos referimos as cores como "quentes", à aquelas de temperaturas baixas, indo do amarelo-laranja. As altas temperaturas denominadas "frias", correspondem as cores que ficam entre o branco-azul. É exatamente por isso que as câmeras possuem o ajuste de Balanço de Brancos.
Luz Natural: A luz natural, é a luz do sol. Pode estar presente em interiores através de janelas, portas e clarabóias. Este tipo de iluminação serve de grande inspiração criativa para os fotógrafos. Outro exemplo de luz natural é o fogo, difícil de ser controlado em ensaios fotográficos.
Fonte: Revista Fotomania