segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Dica de fotografia sobre linhas do horizonte

Para manter a sensação de dinamismo em fotos de paisagem, a linha do horizonte não deve estar bem no meio do quadro.
Isso pode dar à foto uma indesejada falta de força, um equilíbrio perfeito demais, o que sugere repouso ou falta de ação. É melhor colocá-la em um dos dois planos horizontais da “regra dos três terços” para que haja a chance de um movimento visual sugerido.
Use o céu a seu favor
O céu pode ser um elemento importante para as paisagens, como tema principal ou como algo que dá o tom da foto. Um céu amplo pode reforçar a sensação de isolamento ou a escala pequena de outros objetos. Os céus dão o tom, assim como na pintura clássica.
Céu azul: em um dia claro, muito contrastado com nuvens brancas e fofas, o horizonte pode ficar mais bem posicionado ao longo da linha do terço inferior do quadro.
Céu branco: É provável que você queira minimizar a dimensão de um céu tedioso.
Céu como ponto central: céus dramáticos podem ser o ponto de foco de fotos de paisagem. Nuvens de uma tempestade que se aproxima, raios de luz que atravessam um céu escuro, um arco-íris – todos esses elementos podem se destacar na composição. Mas também podem ofuscar o tema principal.
Brinque com a posição do horizonte: na parte superior, na central e na inferior do quadro. Então escolha que composição cria a perspectiva mais interessante. 

Uma linha horizontal, que divide a fotografia ao meio, pode produzir uma sensação de equilíbrio sem dinamismo, mas que evoca serenidade.

Uma figura solitária de perfil contra o céu vasto e infinito, com a linha do horizonte na parte de baixo do quadro, exprime uma forte sensação de isolamento.

Uma percepção visual do tempo: a longa jornada do urso-polar pelos vastos trechos de mar congelado é expressa pela linha do horizonte, colocada perto do alto do quadro. Paul Nicklen Svalbard, Noruega